DIÁRIO DE UM PROFESSOR


21/09/2009


Governo lançará Plano Nacional de Inclusão Digital

O governo federal lança o Plano Nacional de Inclusão Digital, para montar 3 mil telecentros e conceder 5 mil bolsas a monitores. A iniciativa está sendo costurada em conjunto pelos ministérios do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (MCT) e das Comunicações (Minicom), faltando apenas formalizar o termo de cooperação. As informações são do secretário de Inclusão Social do MCT, Joe Valle, que arrisca um prazo para que o plano seja lançado: duas ou três semanas.

OBSERVAÇÃO:

Recebi o Jornal da SECITEC (Secretária de Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará ) e o Governo Cid Gomes esta acelerando o assunto!!!

 

 

 

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 10h43
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10/02/2007


Continuação

INFORMÁTICA E INCUSÃO DIGITAL

 

1- Linux Brasil - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19968 : Comunidade Linux Brasileira para usuários, desenvolvedores e entusiastas do Sistema Operacional GNU/Linux. É uma Comunidade mediada e que possui regras de participação, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

2- Sociedade na Inclusão Digital - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=159888 : comunidade que aborda os principais temas da Inclusão Digital e Social.

 

 

LAZER e ARTE

 

1- Desenhistas - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=63126 : Comunidade de desenho, aberta a todos os amantes do desenho e também dos desenhos animados.

 

2- Expressionismo - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=906243 : Comunidade que fala sobre o movimento Expressionista e artes em geral.

 

FIM - Espero ter sido o artigo útil a todos!!!

Jorge Luiz

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 12h43
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Continuação

PESSOAS E COMUNIDADES

 

1- Eu sou contra o preconceito - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=95464 : comunidade que aborda e debate vários tipos de preconceito, como o de etnias, orientação sexual; dentre muitos outros em diversas áreas na nossa sociedade, sempre com o olhar de combater essa violência.

 

2- Libras é Legal - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=62227 : Esta comunidade destina-se a todos interessados nesta Língua magnífica e assuntos afins como Surdos/Surdez, Intérpretes, Professores, admiradores desta forma de comunicação humana, uma dádiva de Deus. É uma Comunidade mediada, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

3- Deficientes Físicos EFICIENTES - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3274993 : em defesa dos deficientes físicos daqueles que se acham excluídos, mas tem os encarados, que provam que são melhores que os demais,ou tal qual todos nos temos um lugar ao sol,diferente são aqueles q. nos acham diferentes e as vezes chegando ate a provar q. somos mais capazes e eficientes dos demais.

 

4- Voluntários Reunidos - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8857409 : comunidade destinada a reunir e encontrar voluntários para diversos trabalhos sociais. Muitos temas sobre voluntariado são debatidos aqui!

 

5- Desaparecidos - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=629436 : comunidade destinada a divulgar fotos de pessoas desaparecidas e debater temas como o tráfico de crianças e adolescentes.

 

6- Voluntariado - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=74731 : O voluntário dedica parte do tempo, talento e habilidade em ações de transformação social. Nesta comunidade, você que já é voluntário, poderá contar suas histórias e compartilhar experiências de cidadania. E você, que ainda não encontrou oportunidade para doar seu talento, terá neste espaço a possibilidade de refletir sobre o momento certo para começar a agir em prol de uma sociedade melhor.

 

 

GOVERNO E POLÍTICA

 

1- Direitos Humanos - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=88331 : Comunidade dedicada aos estudiosos e militantes dos Direitos Humanos, para a discussão de temas como: dignidade de tratamento de presos / vedação à tortura; liberdade de expressão/manifestação de pensamento/credo; igualdade/discriminação de gênero, raça, orientação sexual, etc; direitos sociais/educação, saúde, etc; direitos políticos/votar e ser votado... E outros garantidos na Constituição e nos tratados internacionais. É uma Comunidade mediada, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

2- Governo Eletrônico - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=454317 : Vamos discutir qual é o papel do governo na era da informação. Como a TIC pode contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e humana? Como a TIC pode propiciar novas formas de relacionamento entre Governo e Sociedade, Governo e Cidadão, Governo e Governo e Governo e Fornecedores? Se você tem idéias sobre este assunto, contribua conosco.

 

3- Mesário: uma questão de Honra - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=161509 : Para aqueles que querem ser cidadãos honrados prestando sua cidadania, que são ou serão voluntários esta é a sua comunidade! Ou não.

 

 Continua

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 12h43
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Continuação

CULTURA E CONTEÚDO DIDÁTICO

 

1- Melhores Livros/Literatura - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5056422 : Espaço para quem gosta de ler bons livros e quer obter uma excelente dica, uma boa opinião, ou debater qualquer gênero literário de forma sincera, respeitosa e eficaz. É uma comunidade com regras de participação, portanto é super importante ler toda a descrição e as regras antes de participar, pessoal!

 

2- Museu do Ipiranga - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=6071470 : comunidade oficial do Museu do Ipiranga.

 

3- História do Brasil - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=130404 : Comunidade para historiadores, estudantes e diletantes, que pesquisam, estudam ou se interessam pelos diversos temas de História do Brasil. Seja bem-vindo. Comunidade mediada e que possui regras de participação, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

4- Biblioteca Digital do Orkut - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=15200213 : 8.393 arquivos, todos passados pelo anti-virus McAfee, renomeados de modo claro e distribuidos em 177 pastas e subpastas.

 

5- Entrelinhas - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1037967 : Se você gosta de Literatura, Cinema, Teatro e qualquer outra expressão artística e cultral; se esteve procurando um lugar legal para deixar suas opiniões, sugestões e impressões sobre tudo isso e ainda não encontrou, SEJA BEM-VINDO, pois essa Comunidade foi feita especialmente para você! É uma Comunidade mediada, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

6- Filosofia para Não-Filósofos - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=64968 : Destinado a todos os que gostam de discutir sobre o assunto, mesmo não sendo profundos conhecedores. É uma Comunidade mediada, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

7- Orkultural - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4952440: Comunidade vinculada à coluna quinzenal Orkultural, do portal cultural Blocos Online (www.blocosonline.com.br), com debates e divulgações dos seguintes temas: Artes e Cultura em Geral; Filosofia & Ciências; Causas Sociais; Meio Ambiente; Crônicas & Pesquisas; Anúncios de Eventos e Comunidades. Comunidade mediada e que possui regras de participação, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras. Ao ingressar nesta comunidade, os participantes concordam ter seus nomes, comunidades e comentários eventualmente publicados na COLUNA ORKULTURAL, de Christina Magalhães Herrmann.

 

8- Casa do Escritor - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=128339 : Este é o refúgio dos amantes das palavras, literatura, à procura de um local saudável para debater idéias de maneira séria e livre. Comunidade mediada e que possui regras de participação, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

 Continua

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 12h42
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25/01/2007


PROFESSOR X ORKUT

ORKUT É CULTURA E PODE AJUDAR AO PROFESSOR

Orkut também é Cultura! Um excelente trabalho da Professora Tíssia Nunes, mostra que basta o professor saber trabalhar e “contaminar” seus alunos para obter excelentes resultados.

Você, professor, poderá fazer uma série de atividades envolvendo as comunidades construtivas, motivando seus alunos à pesquisa, à interação até mesmo com outros Países ou Estados. Estudem as possibilidades, inclusive com atividades interdiscipinares. Usem a criatividade!

 

Lista de "comunidades construtivas" no Orkut

 

Os monitores do Acessa SP , por meio da lista de discussão, sugeriram a criação de "comunidades construtivas" no Orkut. Os critérios foram inicialmente pensados pela moderadora pedagógica Tíssia Nunes:

 

"O que seriam comunidades construtivas e interessantes: aquelas que contribuem para algum tipo de aprendizagem, para informações, para manter o usuário mais preparado e informado sobre o mundo e a vida”.

 

Exemplos: “Comunidades que falem sobre serviços do governo, sobre conteúdos específicos e culturais (como Internet, Informática, Literatura e Leitura, dentre outros)."

 

Lista das comunidades agrupadas por Tíssia:

MEIO AMBIENTE E RECICLAGEM

 

1- Preserve o Meio Ambiente - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4445586 : Se você se importa consigo mesmo ajude-nos a preservar o meio-ambiente, antes que nós mesmos(humanos) entremos em extinção. Preserve a natureza, proteja os animais que estão quase em extinção não permita a caça. Ajude-nos a impedir que os animais entrem em extinção. Ajude-nos não jogando lixo no chão, não poluindo o meio-ambiente. Ajude-nos a fazer um mundo...

 

2- Protetores dos Animais - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=148673 : Comunidade destinada às pessoas que, além de amar, respeitam os animais. É uma Comunidade mediada e que possui regras de participação, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

3- Educação Ambiental - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=60087 : Amigos esse é um espaço para podermos trocar idéias sobre educação ambiental.

 

4- Aproveitamento de Alimentos - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1563587 : Sejam bem-vindos a esta apostila interativa sobre aproveitamento integral e reaproveitamento de alimentos; e otimização do uso dos alimentos. É uma Comunidade mediada e que possui regras de participação, então é de bom tom procurar saber como participar sem infringir as regras.

 

5- Reciclagem - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=42621 : O que cada um de nós pode fazer para melhorar a qualidade ambiental? Qual a nossa responsabilidade. Mande dicas, links, experiência, reflexões. As leis de proteção ambiental - o que temos hoje? Ar, água, energia, alimentos, lixo. Como reaproveitar recursos?

 

6- Ecologia - http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=29803 : Ecologia, preservação do meio ambiente, reciclagem, direitos dos animais, fauna e flora.

Continua na próxima semana

 

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 17h04
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21/02/2006


Que usar? Formal ou informal? - Eis a questão!

 Situação 1) Contração da preposição com o artigo antes de um substantivo. Exemplo: “Corrente de peso tem defendido a possibilidade de a União conceder isenções de quaisquer tributos no âmbito do Direito Internacional.” E. J. S., Cascavel/PR

 

 Situação 2) Erro que volta e meia aparece em jornais e revistas: “Apesar dos políticos serem corruptos, o Brasil progride”.

Como os políticos é o sujeito do verbo ser, não pode contrair-se com a preposição de. E a frase correta é: “Apesar de os políticos serem corruptos, o Brasil progride”. [...] Francisco Leôncio Cerqueira, São Paulo/SP

 

Observemos a presença imprescindível do verbo no infinitivo nesse tipo de estrutura frasal. Verbos ser e conceder.

Na fala, por haver uma natural contração do DE com a vogal seguinte, ficando DA, DO, DELE, DELA, justifica-se, ficando as frases assim construídas:

 

 Corrente de peso tem defendido a possibilidade da União conceder isenções de quaisquer tributos no âmbito do Direito Internacional.”

 E

"Apesar dos políticos serem corruptos, o Brasil progride".

 

O que ocorreu? Uma contração na seguinte seqüência: preposição DE + artigo o/a + substantivo + INFINITIVO e DE + ele/ela + INFINITIVO.

 

Entretanto, segundo a gramática normativa, não se deve fazer isto, na escrita porque “não existe sujeito preposicionado”.

 

Assim, quando se diz, por exemplo, “Está na hora da onça beber água”, a onça, sujeito do infinitivo ‘beber’, fica precedida por uma preposição, o que é uma situação “atentatória” às normas gramaticais. Só que em alguns casos realmente não soa bem a separação da preposição, especialmente neste em que temos uma frase-feita. Dizer “Está na hora de a onça beber água” descaracterizaria a expressão.

 

Continua

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 17h54
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Continuação...

Agora vejamos:

Em um texto formal (e nos concursos!), se trocaria a frase

“Está na hora do governo intervir no câmbio”

 por

“Está na hora de o governo intervir no câmbio”.

 

É de bom alvitre que o bom redator conheça a matéria e utilize de critério no seu uso, começando por perceber que a maior parte dessas construções acontece com as expressões o/pelo fato de, apesar de, antes de, depois de, a possibilidade/o direito de.


a) “Outro ponto delicado é o fato de a droga ser injetável, gerando discussão sobre o manuseio e descarte das seringas infectadas pelo sangue do usuário com o HIV”.

 b) "Apesar de a gripe se mostrar altamente contagiosa, não se sabe ainda a velocidade de expansão da epidemia".

  

c) “Mágoas, ele tem algumas, especialmente depois de a Justiça não ter levado em conta sua vida antes do crime”.

 

d) “Há rumores sobre a possibilidade de o grupo negociar sua rendição”.

 

e) “Essa ação não elide o direito de o credor ver cumprida a liminar”.

 

Nas frases em que está presente um substantivo tal como direito ou possibilidade é possível deixar a contração, porém repetindo a preposição DE: “Essa ação não elide o direito do credor de ver cumprida a liminar”.

 

Embora malvista em situação formal, essa contração se encontra em muitos bons textos, sem que no correr da leitura se atente para a sua “impropriedade”:

 - Apesar do artigo 10 vedar...

 - Apesar da ação ter transcorrido...

 - Pelo fato do filho do autor ser menor de idade ...

 - Antes da chuva cair...

 

Texto de Maria Tereza de Queiroz Piacentini, adaptação de Jorge Luiz Malkomes Muniz

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 17h52
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29/11/2005


Anotação

TIPOS DE ENSINO DE LÍNGUA

Prescritivo – Busca que o aluno substitua seus próprios padrões de atividade lingüística considerados errados/inaceitáveis, por outros considerados corretos/aceitáveis.
- interfere com as habilidades lingüísticas existentes.
- é ao mesmo tempo proscritivo, pois a cada “faça isto” corresponde um “ não faça aquilo”.
- Ligado à gramática normativa
- só privilegia em sala de aula o trabalho com a variedade escrita culta tendo como objetivo básico a correção formal da linguagem.

Descritivo – Busca mostrar como a linguagem funciona e como determinada língua em particular funciona.
Fala de habilidades já adquiridas sem procurar altera-las, porém mostrando como podem ser utilizadas.
- A língua materna tem papel relevante por ser a que o aluno mais conhece.

- Trata de todas as variedades lingüísticas

Justificativa – O falante precisa saber algo da instituição lingüística de que se utiliza, do mesmo modo que precisa saber de outras instituições sociais, para melhor atuar em sociedade.

Produtivo – Busca ensinar novas habilidades lingüísticas.
- quer ajudar o aluno a entender o uso de sua língua materna de maneira mais eficiente.
- Não deseja “alterar padrões” que o aluno já adquiriu, mas aumentar os recursos que ele possui e fazer uso de modo tal que tenha a seu dispor, para uso adequado, a maior escola possível de potencialidades de sua língua, em todas as diversas situações em que tiver necessidade dela.
- todo o aprendizado da língua escrita seria produtivo.

- DEVEMOS LANÇAR MÃO DE TODOS OS MÉTODOS, DE ACORDO COM NOSSOS OBJETIVOS.
- MAIS ÚTEIS, POR CONSENSO: DESCRITIVO E PRODUTIVO

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 18h25
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Anotações


LÍNGUA (GEM) – DIALETO – GÍRIA

A linguagem é um sistema de sinais de que o homem se serve para se comunicar. É um meio organizado que tem por finalidade a expressão de idéias e juízos. Sua origem deve reencontrar as origens do homem: sendo ele um animal social, é também por natureza um animal que fala. A natureza social do homem exige a linguagem. E o homem deve ter inventado antes mesmo do fogo e das outras mais primitivas invenções.
A linguagem é “la manifestacion Del espiritu tenida por más digna de admiración a lo largo de los tiempos.” O homem é um animal comunicativo. Sua linguagem mais importante é a verbal, falada ou escrita. (“verbum” = palavra. Aqui o adjetivo verbal é usado com o seu sentido etimológico. Verbal se refere a palavra).
Só em sentido análogo é que se fala em linguagem de animais e de coisas. A palavra humana não é apenas sons que ferem os ouvidos, letras que ferem os olhos, mas sinais a que se atribuem valores simbólicos que podem variar ao infinito, por convenção.
Os animais podem ser tocados pela voz, enquanto ela é ar impelido e agitado, não enquanto a voz significa, por convenção, o que se chama, propriamente, falar e entender, articular. “Uma coisa é ser tocado pelo som ou pela palavra enquanto agita o ar e, em seguida, os ouvidos e o cérebro; outra coisa é olha-la como um sinal que os homens convencionaram e relembraram; na mente, as coisas que as palavras significam”. Daí ser o homem um ser racional e o animal irracional.
Isto é o que se chama entender a linguagem e dela não há vestígio algum nos animais.
A linguagem verbal se entranhou no homem de tal modo que embora teoricamente se possa pensar sem palavras, na realidade ninguém o faz. É o instrumento necessário das idéias, não só para exprimi-las, mas ainda para recebê-las.
Existem várias teorias da origem da linguagem.


Para Max Müller o homem tem uma faculdade de expressão, um instante criado da linguagem, e nota nele.
Para Spencer a linguagem, com as outras capacidades do homem, nasceu da evolução do animal.
Já o Hovelacque faz a distinção entre “energueia” e “ergon” a faculdade é natural; o uso é que é artificial.
Há mais uma teoria e é a que defendo: o homem nasce com faculdades criadoras, todos os meios de viver em sociedade, de comunicar- se.
Paulatinamente, em elaboração lenta, vai adquirindo meios cada vez mais perfeitos. A linguagem é um instrumento, uma invenção da inteligência humana, inicialmente primária e depois complexa e perfeita.
O homem tem em si o poder criador de meios para realizar a sua natureza de “politikón zóon” (= animal social). Sem dúvida que a linguagem é um dos meios mais poderosos de convivência.
O problema da origem da linguagem não é moderno: veja Demócrito, grego, julga que a linguagem é ma criação arbitrária (Thesei), Platão, criação natural (Physei) segundo a solução de Crátilo, personagem do diálogo platônico.
Atenção:
Physei ou thesei = por natureza ou por convenção.
Há uma teoria que me parece excessivamente teológica:
Deus criou o homem e lhe infundiu a linguagem.
Teísta que sou, defendo outro caminho:
Deus criou o homem, deu- lhe os meios, os instrumentos, as faculdades para realizar- se. E o homem criou a linguagem.

Qual a origem da linguagem?
Não haverá uma resposta definitiva. O problema da origem da linguagem não é de origem lingüística, está fora do seu campo e se confunde com o problema do homem e da sociedade humana.
A língua é um patrimônio, um repertório coletivo, um depósito de sinais à disposição da comunidade.
A língua é um código de que serve o homem para elaborar mensagens, para se comunicar.
Atenção:
A palavra, como representação material, isto é, como som ou aparência gráfica, chama- se vocábulo como índice da idéia que ela encerra, chama- se termo.
A palavra, pois, apresenta dois aspectos: um externo (número de sílabas, acentuação, forma gráfica etc.), outro interno, isto é, o conteúdo, a idéia o sentido.
Se a reunião de vocábulos forma o vocabulário a reunião de termos, isto é, de palavras enquanto expressam uma idéia, forma a frase ou locução, que virá a ser a expressão do pensamento.
A Frase constitui, pois, o elemento fundamental da linguagem.
Os exemplos:
O caderno de Luis.
Os lindos olhos de Lourdinha.
A cultura dos nossos jovens.
São frases porquanto constituem reunião de termos ou idéias, sem nada afirmar ou negar.
Rigorosamente, podemos afirmar que ninguém comete erro em LÍNGUA; o que normalmente se comete são transgressões da norma culta.

PERIGO – CUIDADO:
A pessoa, seja quem for que, no momento íntimo do discurso diz:
“Ninguém deixou ele falar.”
Não comete propriamente erro, na realidade, verdade, ele apenas, transgride a norma culta.
O momento íntimo é o da liberdade da fala. Isto ocorre no recesso do lar, na fala entre amigos, parentes, namorados, etc...
São consideradas perfeitamente normais construções do tipo:
Deixe eu ver isso!
Não assisti o jogo.
Não assisti o filme nem vou assisti- lo.
Ninguém deixou ele falar.
Eu vi ela hoje.

Pode usar estas construções?
PODE!!! Lembrando que NÃO É NORMA DE LÍNGUA CULTA!
E a norma culta é:
Deixe- me ver isso!
Não assisti ao jogo.
Não assisti ao filme nem vou assistir a ele.
Ninguém o deixou falar.
Eu a vi hoje.

DIALETOS
São modificações regionais, estáveis, de uma língua.
Na definição não se inclui a idéia pejorativa de corrupção.
O português do Brasil como o de Angola é, sem nenhum desdouro para o mais intransigente nacionalista, um dialeto da língua portuguesa.
A GÍRIA
É uma linguagem fechada, usada por um grupo social restrito, com a preocupação de se distinguir dos outros.
Pode a palavra gíria ter também o sentido pejorativo da língua de mau gosto. Torna- se complicada e incompreensível. Podemos ainda dizer que a gíria constitui uma contribuição prejudicial à língua tornando- a espúria, confusa e pouco comunicativa.
A gíria é um elemento de linguagem que denota expressividade e revela grande criatividade, desde que, naturalmente, adequada à mensagem, ao meio e ao receptor.
Mesmo que seja criativa a gíria só é admitida na língua falada. Sendo que a língua escrita não a tolera. Só em casos especiais na comunicação entre amigos, familiares, namorados, sendo que isto é caracterizada pela linguagem informal.

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 18h22
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26/09/2005


A TÍTULO DE CONTRIBUIÇÃO VÃO ALGUNS BIZUS RELATIVOS AO ASSUNTO GRAU DO ADJETIVO

1 - A forma "ótimo" é um superlativo absoluto anômalo de bom, existindo, porém, uma variedade culta, que é "boníssimo" 

   

a) normal: José é bom.

b) comparativo de igualdade: João é tão bom quanto José

c) comparativo de superioridade: João é melhor do que Antônio

b) comparativo de inferioridade: Carlos é pior do que Antônio

e) superlativo absoluto sintético: Francisco é ótimo.

f) superlativo absoluto analítico: Francisco é extraordinariamente bom.

g) superlativo relativo de superioridade: Francisco é o melhor da sala.

h) superlativo relativo de inferioridade: Carlos é o pior da turma.

 

2 - Chama-se grau superlativo de um determiando adjetivo a um elevado grau de uma certa qualidade sem relação com outro ser (superlativo absoluto, exemplo Márcia é uma moça gentilíssima) ou em relaçao a um grupo a que está ligado o sujeito qualificado (superlativo relativo, exemplo Márcia é a moça mais gentil da galera do portugues@grupos.com.br)

 

3 - Outras formas de superlativo absoluto:

 

a) acrescimo arqui, hiper, ultra, etc. Márcia é hipergentil

 

b) repetição do adjetivo: Márcia é gentil, gentil.

 

c) comparaçao leve: Márcia é gentil como uma ninfa diáfana.

 

d) com expressões populares: Márcia é morta de gentil (parece coisa de gay)

                                             Márcia é gentil de mão cheia

 

e) com artigo defindido em tonicidade especial: Marcia não é apenas uma moça gentil; ela é a gentileza em pessoa.

 

Por Leonardo Gomes em portugues@grupos.com.br

 

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 21h21
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Uma bela explicação ao grupo de língua portuguesa (Final)

Pronto, já sabemos que se trata do grau superlativo, pois a frase podada não ficou com um tom de incompletude.

Resta-nos saber que tipo de superlativo: absoluto ou relativo.

Ora, sabemos, pelas gramáticas, que o grau absoluto do adjetivo não exige nenhum elemento frasal de comparação, uma vez que o adjetivo nesse grau atingiu o nível máximo de qualificatividade, não existindo, portanto, necessidade semântica de equivalência (comparação). Exemplo. Lula é honestíssimo (superlativo absoluto sintético);  Lula é muito honesto (superlativo absoluto analítico).

Por Leonardo Gomes in portugues@grupos.com.br

 

 

 

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 21h20
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Uma bela explicação ao grupo de língua portuguesa

 A frase “o salário dos deputados é ótimo em relação ao da maioria dos brasileiros” realmente, mostra-se capciosa, pois agrega aspectos comparativos (em relação ao da maioria dos brasileiros) a um núcleo frasal de caráter superlativo (o salário dos deputados é ótimo). Todavia, isto é só aparente.

Sabe-se que na língua portuguesa existem dois graus apenas do adjetivo: comparativo e o superlativo.

O adjetivo no português, na maioria das vezes, apresenta-se no seu aspecto normal: Maria é uma moça gentil (Maria é gentil). Noutros enunciados, o adjetivo gentil serve como elemento de comparação entre dois termos: Maria é mais gentil do que sua irmã. Nesse caso frasal, o adjunto adverbial de intensidade "mais" acrescentou um grau (uma medida de progressão qualitativa) ao adjetivo gentil possibilitando uma equivalência (comparação) entre dois seres (Maria e sua irmã), uma vez que os nomes (substantivos) e as qualidades (adjetivos) apontam semanticamente para o mundo extra-lingüístico. Ocorre ainda frases como "Maria é uma moça gentilíssima/Maria é hipergentil" (superlartivo absoluto) ou "Maria é a moça mais gentil de sua casa" (superlartivo relativo) em que o adjetivo gentil sofre uma exacerbação semântica, o que caracteriza, portanto, o grau superlativo.

Há um método prático para se distinguir uma frase do grau comparativo com outra do superlativo: toda frase no grau comparativo que é podada a partir do adjetivo fica com um "ar" de incompletude, exemplo: Maria é melhor que joana (comparativo de superioridade), se fizermos uma incisão na frase a partir do termo (adjetivo) melhor, o enunciado ficaria assim Maria é melhor..., perdendo, destarte, sua inteireza sêmica. Melhor do que quem?, perguntaríamos, certamente. Outro exemplo: João é tão inteligente quanto Marcos (comparativo de igualdade). Se você escrever João é tão inteligente... a frase ficaria incompleta em termos de sentido. Tal fenômeno, portanto, caracteriza frases no grau comparativo. Cuidado para não usa r frases da língua falada que se determinam pela entonação e pelo contexto. Se você pronunciar uma frase como João é tão inteligente! perceberá que ela está completíssima semanticamente, estando, pois no grau superlativo absoluto analítico. O método só aplica-se à frases da língua escrita.

Já em frases como (1) Maria é ótima no trato com as pessoas (superlativo absoluto sintético) ou (2) Maria é extremamente boa para os pais (superlativo absoluto analítico) ou (3) Maria é a melhor de sua casa (superlativo relativo de superioridade) ou (4) Maria é a pior de todas as moças da casa (superlativo relativo de inferioridade) se podarmos as frases no segmento a partir do adjetivo teríamos ainda frases de sentido completo, exemplo: (1) Maria é ótima...; (2) Maria é extremamente boa...; (3) Maria é a melhor...; (4) Maria é a pior...; ou seja, não obstante o corte de termos pospostos ao adjetivo, as frases mantiveram-se íntegras semanticamente, o que caracteriza o grau superlativo da frase.

Apliquemo-lo, pois, à frase em questão: O salário dos deputados é ótimo em relação ao da maioria dos brasileiros.

                                                           O salário dos deputados é ótimo...

Continua . . . .

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 21h16
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NEM SEMPRE UMA MENTIRA É UMA MENTIRA.

 

Veja como o bom uso da língua portuguesa ajudou um padre a não cometer o pecado da mentira...

 

Uma senhora está voltando de viagem da Suíça. No avião ela vira-se para um padre que está sentado ao seu lado e faz-lhe um pedido:

- Padre, eu comprei este aparelho, um depilador elétrico novo.

O senhor se importaria de escondê-lo, só para o caso de passarmos por uma revista na alfândega?

O padre apanha o depilador e o coloca debaixo da batina e responde:

- Será um prazer atendê-la, minha senhora. Mas aviso-a desde já:

Se me perguntarem, eu não sei mentir.

A mulher concorda e fica torcendo para que ninguém pergunte nada ao padre.

Na alfândega um fiscal aborda o padre:

- Alguma coisa a declarar, padre?

- Da cabeça à cintura - diz o padre - não tenho absolutamente nada.

- E embaixo? - pergunta o fiscal, desconfiado.

- Ah, embaixo só um instrumento para  mulheres, que nunca foi utilizado...

O fiscal corou e, rindo, disse:

- O passageiro seguinte.

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 21h00
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15/08/2005


CURIOSIDADES DAS LÍNGUAS

Você sabia que na língua esquimó, apesar de não ter palavras para designar metal (o termo genérico), possui termos para cobre, ferro, ouro, etc.?
- Há palavras para o azul, o verde, não há para o branco (pois existem vários tipos de branco na neve em que eles vivem).
- Há palavras para o vermelho, amarelo, preto, etc., porém não existe vocábulo para designar o genérico "cor".

E vejam só:
- O homem esquimó, apesar da onipresença da neve, não possui termo para designá-la. Existem sim vários termos para classificar o tipo de neve que cai ao longo do ano, e são muitos.
Que coisa, hein?

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 18h37
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PARA MEUS ALUNOS - UVA - CIDADE DE IRACEMA

Disciplina: Introdução à Sociolingüística



Noções introdutórias - material para o trabalho de pesquisa

Educação pela Comunicação: uma Pedagogia para o Século 21.

A educação pela comunicação pode se tornar uma das metodologias de ensino e aprendizagem mais poderosas para atender às demandas de educação da sociedade do século 21. Mas é necessário compreender, primeiro, quais são essas demandas, para apreender a variedade de alternativas que oferece.
A humanidade nunca lidou com a quantidade de informações que circula nesta virada de milênio. Livros, rádio, televisão, jornais, revistas, Internet, histórias em quadrinhos, outdoors, fanzines… Quem vive hoje em um centro urbano — e, cada vez mais, no meio rural — está mergulhado num oceano de informações.
A humanidade também nunca lidou com transformações tão velozes nos modos de produção de bens e serviços. Médicos, metalúrgicos, professores, secretárias, administradores, cientistas, agricultores, engenheiros, advogados, jornalistas, praticamente todos os profissionais das sociedades contemporâneas têm de se atualizar constantemente, se quiserem permanecer no mercado de trabalho.
O mundo está mais complexo, mais rápido. Conversar em um telefone celular só é possível devido a uma tecnologia que ficou disponível há poucos anos. Nas últimas décadas, um técnico em telefonia tinha de estudar algumas horas para exercer sua profissão. Agora tem de estudar o resto da vida.
Esse é o contexto desse artigo: a chamada "sociedade do conhecimento". Informação por todos os lados. E mudanças constantes no trabalho.
Já faz algumas décadas que se fala, nas escolas brasileiras, — e de boa parte do mundo — de "mudança de paradigma" na educação. O ensino tradicional estaria baseado na transmissão e acúmulo de informações — aquilo que Paulo Freire chamava de "educação bancária". A sociedade exigiria, hoje, uma educação mais voltada para a formulação integral do cidadão.
Nada que não tenha sido dito, já no início do século, por educadores como John Dewey ou Celestin Freinet, e, poucas décadas mais tarde, pelos mentores da Escola Nova no Brasil, com Anísio Teixeira. No entanto, essa discussão ficou muito mais "quente" no final do século, com o advento de fenômenos como a globalização e a informática.
É certo que as mudanças na educação levam tempo, por vezes, gerações. O problema é que, no limiar do terceiro milênio, pouco se tem feito para pôr a nova teoria sobre educação cm prática.
O fato é que a educação do século 21, além de transmitir informações, tem de formar um cidadão que saiba transformar essas informações em conhecimento, cm ação, e desenvolver habilidades e competências que o capacitem a lidar com o "oceano de informações", com rápidas transformações nos modos de produção, e dêem-lhe condições de realizar um projeto de vida e de sociedade. É aí que entra proposta da educação pela comunicação como uma metodologia de ensino e aprendizagem que pode dar conta desses desafios. Como qualquer campo incipiente no cenário acadêmico, ainda tem conceitos um tanto frágeis, tentativos, que poderão, ao aliar prática e teoria, ganhar a consistência de uma pedagogia.
A primeira pergunta que se apresenta é: o que é educação pela comunicação? Uma explicação simples é defini-la como o processo de ensino e aprendizagem que ocorre ao envolver educadores e aprendizes na criação de produtos de comunicação.
Há vários exemplos disso já em curso no Brasil e no mundo: produção, por estudantes, de jornais, programas de rádio, vídeos, sites na Internet, fanzines (publicações baratas, foto-copiadas), histórias em quadrinhos, peças de teatro, arte, entre outras coisas.
Na indefinição conceitual que ainda existe nessa área, é comum encontrar grupos que denominam esse fazer de "educação para a comunicação". Nos Estados Unidos surgiu nos últimos anos um termo que se aproxima muito dessa acepção; media literacy, ou "alfabetização para a mídia". Nesse emaranhado, há aqueles que a chamam de "educação pela e para a comunicação".
Para o professor Ismar de Oliveira Soares, diretor do Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Artes da Universidade de São Paulo (NCE/ECA/USP) é natural que essa confusão exista. Segundo ele, está surgindo um "novo campo discursivo", que reúne discursos de várias áreas já bem estabelecidas, como a própria educação e a comunicação.
Foi o professor Ismar que cunhou, no Brasil, o termo "educomunicação" — esse "novo campo discursivo" em formação. Desse termo surgiu também o nome — ainda pouco consolidado — de um profissional para o século 21:
o "educomunicador".

Escrito por ProfºJorge Luiz Malkomes Muniz às 10h24
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